13 de jul. de 2013

Ciclos

Sou absurdamente cíclica. Não estou me referindo apenas aos ciclos hormonais que acometem as mulheres. Minhas soluções e meus problemas são cíclicos, minha alma deve ser circular, só pode. Esse ciclo vicioso no qual eu estou presa hoje, especialmente hoje, está me deixando irritada. É como se eu vivesse dentro de uma bola (como aquelas dos ratinhos)...

10 de jul. de 2013

Eu, viciada, drogada.



Eu, definitivamente, tenho problemas com a comida. Muitos problemas.  Nessa agitação da vida moderna, essa solidão assoladora e esquisita (solidão em meio a uma multidão) misturada com o instinto primitivo de comer e armazenar energias para épocas vindouras é a receita base da obesidade. Com quem base digo isso? Oras, em mim mesma. Confira a primeira frase. 

O Titã estava quase certo. A gente não quer só comida, a gente quer bebida, diversão e balé. Sim, isso em pessoas normais. Pessoas viciadas, como eu, em momentos de grande depressão trocam tudo por comida. Sim, trocam sim. A comida compreende, afaga, solta serotonina. 

Ai vem os magros, criados com leite de pêra desnatado, dizer que é falta de vontade. Falta de vontade... sei. Sofri 20 dias sem carboidratos (Oi Dr. Dukan), acabei com uma prisão de ventre e muita enxaqueca. Sim, adeptos, antes que perguntem, comi aveia feito um cavalo. As fibras, lindas, são extremamente necessárias na minha fisiologia. 

Enfim, what the fuck is this? É a minha liberdade de expressão de expressar, com todos os exageros, o que rola dentro. Uma ansiedade louca. Quero conseguir fazer barra. Por que? Ah, foi uma meta mais concreta que simplesmente ser magra e linda. Já levanto 40 a 50 kgs na puxada alta, mas eu peso 90kg. auehauehauehuaeh

When the dog days will be over?





9 de jul. de 2013

Declaração de Amor

Eu te desejo tanto tanto,
que quando em vc penso
as entranhas fazem cataratas...
e a saudade nos meus olhos
constrói cascatas.

Te amo. Assim
infinitamente
e intransitivamente.

Porque na minha vida
cheia de hipérboles.
vc é um neologismo.

22 de jun. de 2013

O meu herói.

O meu herói não usa capa, mas tem nervos de aço e paciência de ferro. Habilidades necessárias para levantar e trabalhar. Não tinha muitos medos, mas lutava contra a ignorância da população usando um quadro negro e giz. Lutava contra esta mazela aproximadamente 44 horas por semana.

Meu herói não tinha bat-caverna, mas um escritório de trabalho e um forte da solidão, que era no momento em que abraçava os filhos quando a dor dentro do peito apertava. Dor essa chamada saudade, daqueles que não conseguiu salvar, que não conseguiu fazer deles imortais. 

Meu herói não morreu de overdose. 
Morreu de câncer.


24 de fev. de 2013


Você não sabe
que fuzarca que era
o coração que
você conquistou.
Assim, com versos livres
e os melhores sorrisos
você o desamassou
e hoje ele brilha.

Te amo.