A dor do parto e o partir. É impressionante como essas duas palavras são parecidas de formas diversas. O nascimento, a partida, as mudanças, a vontade de não querer ir, a vontade (ou impossibilidade) de ficar, o choro, a dor do processo e o choque com a nova realidade.
Dizem que toda experiência, mesmo que negativa, serve de crescimento, e assim deve ser, mas como o choro do recém-nascido, as lágrimas rolam e a nova realidade é dura (seria esse o processo de crescer? amadurecer?).
A tristeza parece não ter fim, mas tudo tem um fim. Então logo deve acontecer um novo parto, um novo partir. Será que conseguirei parir felicidade?