24 de jan de 2011

Novidades



É incrível como a simplicidade de certos momentos é mais marcante que eventos luxosos.  Acho estranho pensar que um dia já fomos estranhos. Sei que para estar junto não precisa estar perto, mas estar perto é tão bom que que estar juntos ganha novos sentidos, novas dimensões.

Os locais feitos para guardar fotos não deveriam ter o nome de porta retratos e sim de porta-histórias. A imagem pode valer mais do que mil palavras, mas ao ver certas fotos, sei que estão imortalizadas muito mais do que mil palavras.  

20 de jan de 2011

Depois que você se foi, quantas saudades eu senti????

AVISO

Máh,

Menina, não to em casa. Tentei mandar email, mas nao consegui.
Manda o endereço do seu blog pro meu email???

16 de jan de 2011

Antes você era interessado, agora estou cansada de me fazer de interessante.  Agora vou-me embora, adeus amado, adeus ex-amante.

14 de jan de 2011

Penso, logo Desisto.



Como controlar um impulso?? Como aprender a ser "calculista" e conseguir mirar um objetivo futuro e não uma pequena recompensa imediata???  O trunfo do imediatismo é enorme frente a minha parca força de vontade. Tenho tendências mais hedonistas do que ascetas. 

Alguns dos meus planos morrem de fome e de sede, mesmo antes de se tornarem alguma coisa possível. É um caldeirão de idéias que ferve e nada fecunda. É quase como andar em círculos. 

Frutos da geração coca-cola? Google?? Falta de sorte? Excesso de imaginação e falta de persistência?

A inércia, as desculpas, as "culpas"... 

11 de jan de 2011



Quando eu era criança não entendia certas coisas. Lembro da minha mãe a dizer que eu já estava a ficar moça e tinha que me comportar. Eu tinha uns 10 anos na época, ou menos. Ela continuo dizendo que eu ia ser moça, que eu ia ser adolescente. Perguntei o que adolescentes fazem, já que não tem mais brinquedos. Ela respondeu que as mocinhas conversam, falam de roupas, de moda e de rapazes. Eu respondi: "Que coisa mais chata. Não sei se quero crescer".

De fato, demorei a crescer. Minha mãe ficava chocada com os meus tênis pesados, nada delicados, para jogar bola. Depois meu kimono. Eu gostava mais de livros e esportes do que outras coisas. Coleção Vaga-Lume?Li todinha, antes de completar 15 anos. Leituras do ano escolar? Lia todos no início do ano e relia se precisasse para alguma prova. 


Aos dezoito anos, o bicho da vaidade feminina começou a me morder, com força. Sentia insegurança perto das moças bem pintadas e arrumadas. Moças que chamavam a atenção dos rapazes, quando eu era o "amigão"(??). 


Não aprendi a usar salto alto, talvez seja esse meu único arrependimento. 

10 de jan de 2011

Finalmente


Depois de anos de estudos, sendo péssima em matemática, finalmente me fizeram entender probabilidade.

Extraído do livro "O Andar do Bêbado: Como o acaso determina nossas vidas", autor Leonard Mlodinow:

"Por que na probabilidade multiplicamos ao invés de somar? Suponha que você faça um baralho com fotos de 100 sujeitos que você conheceu em um site de relacionamento na internet - homens que, pelas fotos apresentadas, se parecem com o Tom Cruise, mas que pessoalmente lembram Danny DeVito. Suponha que no verso de cada carta, você liste algumas informações, como: sincero (sim ou não) e bonito (sim ou não). Por fim, suponha que 1 de cada 10 das suas possíveis almas gêmeas tenha um sim para cada uma das características. Quantos homens, no seu baralho de 100 passarão no teste das duas categorias?  Consideremos primeiro a sinceridade. Como 1 em cada 10 tem sim nessa categoria, 10 em 100 cartas passarão no teste. Dentre desses 10 homens, quantos seriam bonitos? Novamente, 1 a cada dez cartas possui um sim para categoria de beleza. A probabilidade da sinceridade de 1/10 reduz a possibilidade a 1/10, o mesmo ocorre com a segunda probabilidade, que é 1/10, que faz que o resultado final seja 1/100. Caso você tenha mais exigências além da sinceridade e da beleza, terá que continuar multiplicando... portanto... bem... boa sorte!!"



Estou surpresa como a probabilidade finalmente fez sentido!!!

2 de jan de 2011

Aniversário



Hoje é meu aniversário. Gosto da delicada pergunta "quantas primaveras mesmo?", acho extremamente galante. No meu caso dá para diminuir sempre uma primavera da minha idade, pois com o aniversário no verão, tem uma primavera a menos... 

É extremamente traumático fazer aniversário nessa data. Dificilmente consegues-se reunir todas as pessoas do seu convívio e fazer a festa nessa data. Sem contar que muita gente tem uma ressaca residual da festa de revellion.

Eu gosto de colher certas coisas no dia do meu aniversário, como se fossem diamantes. Pois, apesar de sutil, são lindos e serão eternos na minha memória. 

A maior graça de se comemorar aniversário nem é poder se vangloriar da idade, já que ser velho é algo fora de moda. A maior graça do aniversário é a possibilidade do aniversariante conseguir se sentir amado. 

Eu, definitivamente, gosto de comemorar o aniversário alheio.