28 de nov de 2011

A bruxa má - o início



Era uma vez, em um reino não tão distante, uma jovem, digo, uma linda jovem. Seu único problema era que tinha as idéias carcomidas. Não entendia muito bem o valor de uma amizade, além de ter um senso crítico não crítico e sim tendencioso. Esta tendência era sempre de acordo com o seu ego. Seus valores-próprios, meio marginalizados pela sociedade comum ou talvez exaltados. Nesse trecho as coisas são meio confusas, pois dependem do ponto de vista de cada um que ler esse aviso. A ideia central é ser: ser melhor, ser mais bonita, ser sempre certa. Não importa como. Mentindo, enganando, desviando e abusando de diversos verbos no gerúndio. 

Como essas táticas quase nunca funcionam, tentar sorrir docemente e começar tudo de novo com a nova vítima. Vítimas são os amigos que alimentam seu ego, que é o seu cerne carcomido, de onde surgem todas as idéias tortas. A bruxa má tem que alimentar essa fonte de poder maligno. Empatia, chantagem, qualquer coisa  que a coloque em vantagem. Com o passar dos anos ela perde certos encantos mas esse cerne-ego fica maior e mais forte e é quando ela começa a comer criancinhas. 

Então, você, jovem ambiciosa leitora, repense seus critérios para atingir o sucesso.
Antes que vire mais uma bruxa má. 

Um comentário:

  1. Somos fruto do meio no qual vivemos,segundo Claude Levi-Strauss...
    O que torna uma menina má em uma boa menina???
    Creio que não seja apenas uma questão de sina...
    Bjosss...Heat.

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